«… mas as minhas palavras não passarão»
[Marcos 13, 24-32]
O “Círio
Arciprestal do Ano da Fé” continua a sua peregrinação e de lugar em lugar leva,
faz e deixa o anúncio da «fé, esperança e caridade»; numas comunidades com a
celebração da Eucaristia e noutras com um momento de oração, mas em todas o
reavivar da graça do Baptismo com a aspersão com a água benta e a renovação das
Promessas do Baptismo.
A entrega a
cada família do “círio familiar” e um pedaço de ramo de oliveira como sinal de
paz do que foi usado para a aspersão, levados para casa deixou no rosto de
todos a alegria da experiência vivida em comunidade e nos lábios exclamações
como estas: “foi tão boa esta manhã”; “valeu a pena ter interrompido a apanha
da azeitona para estar aqui”; “que visita tão bonita!...” e outras se podiam
referir para confirmar a alegria vivida por ocasião de tão ilustre visita.
Nos vivos a
luz no rosto e para os defuntos a súplica da “luz perpétua”

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