Ontem ao terminar de ver a transmissão da última entrevista do Papa Francisco senti uma grande paz e, sobretudo, uma grande gratidão por me ser dado viver neste tempo da Igreja com este Papa.
Nesse momento, veio-me à mente a palavra da Bíblia
que me parece definir bem a característica fundamental da sua vida: «Aí vem um
verdadeiro israelita, em quem não há fingimento.» [João 1,47] É isto mesmo que
se pode depreender de todas e de cada uma das suas respostas e de cada uma das
suas palavras sempre em consonância com os seus gestos. Basta pensar na candura
da sua última resposta «Como gostaria de ser recordado «Não pensei nisso, mas agrada-me quando alguém recorda outra
pessoa e diz: "Era um bom homem, fez o que podia, não foi assim tão
mau". Com isso me conformo.»
Hoje O
Papa encontrou-se com as Misericórdias de Itália. Presentes também os grupos de
doadores de sangue Fratres
E de novo um desafio tão
concreto como urgente
«palavras
temos tantas… mas não se faz nada… isto é um risco… mas vós não sois assim… vós
trabalhais bem… mas existe este risco. E tu que fazes diante dessas
barbaridades?!... Nada! Falo!... Isto não trás nenhuma solução… palavras já
ouvimos tantas… o que é necessário é agir…»
«mas vós não sois assim…» e o
Papa Francisco também não e nele «não há fingimento»
Façamos como ele e não
esqueçamos «Por favor, rezai por mim que bem preciso»


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